Feriado do Trabalho/2023 em Botucatu/SP.
Dia 30/04/23
Nós contratamos o passeio para a Trilha do Peabiru pelo site do Ecoparque Pedra do Índio. Além da caminhada de aproximadamente 13km, com início previsto para às 8h (café da manhã às 7h incluído), havia a opção de chegar mais cedo (bem mais cedo!) para ver o nascer do Sol, a partir das 5:30h.
Obviamente que fizemos o passeio adicional. Então, acordamos às 4h da madrugada, comemos uma fruta e fomos para o Parque Pedra do Índio.

Chegamos lá por volta de 5h10 e já havia uma van aguardando a abertura do parque, que ocorreu às 5h15. Estava um breu danado. Não havia nenhuma luz ao redor.

Estacionamos o carro e fomos recebidos pelo guia Cris, que levou o grupo da van e nós até o deck onde contemplaríamos o nascer do Sol.


A informação nos sites de previsão do tempo era que o Sol surgiria às 6h10, mas ele raiou mesmo só 6h30, e entre muitas nuvens.




Ficamos ali admirando e fotografando a paisagem até 6h55 e depois fomos para o restaurante, onde o café da manhã incluso no passeio seria servido das 7h às 8h.





Café da Manhã
No restaurante as pessoas receberam pulseiras de identificação, pois nem todos que estavam lá faziam parte do passeio com café da manhã incluso.
]Tivemos que esperar até que todos os itens estivessem disponíveis, o que só ocorreu às 7h25, e quando fomos nos servir, a pessoa responsável disse que tínhamos que ir para uma fila formada no lado de fora do restaurante.
Ou seja, fomos uns dos primeiros a chegar lá, escolhemos uma mesa, e quando fomos para a fila, já havia bastante gente na nossa frente.
Por conta disso, houve atraso de mais ou menos 40 minutos na saída para a trilha, pois nem todos conseguiram terminar o café da manhã a tempo.
A Trilha do Peabiru (Conexão Três pedras)
A trilha começa pertinho do deck onde ficamos mais cedo. Depois de caminharmos por uma parte com grama alta, iniciamos uma longa descida pela mata.



O percurso pela mata é bem íngreme e difícil, ainda mais com o solo úmido. É preciso ter cuidado para não escorregar.


Terminada a parte em mata fechada, chegamos em um local com muito mato, e com muito cocô de vaca também. Atenção para não atolar o pé….


Após quase uma hora trilhando, chegamos num pé de manga, ponto de encontro para reagrupar a turma e pegar fôlego para continuarmos.
Retomamos a trilha por uma parte de grama alta, atravessando um riachinho até chegarmos no Sitio Três Pedras (já na cidade de Bofete/SP), onde fizemos nova parada, desta vez para usarmos o banheiro.

Esta seria a última parada no meio do caminho. A próxima, somente na base das Três Pedras.
Ali na entrada do sítio, o proprietário informou que para aqueles que quisessem voltar até o Parque Pedra do Índio “motorizados”, ele fazia o transfer de até 6 pessoas por 150 reais a viagem.

Caminhamos por uma estradinha de terra/areia, as vezes cortando caminho pelo mato, até chegarmos no início da Trilha das Nascentes.



A ponte para a travessia do rio havia caído algumas semanas antes, devido à forte chuva na região, então atravessamos o rio por cima das pedras, sem maiores dificuldades.


Dali até a base das Três Pedras foi um trecho de bastante subida, com muitas vertentes de água no solo, ficando o terreno enlameado e as vezes escorregadio.




Na base das Três Pedras tem uma casa com sanitários para atender ao pessoal que acampa por ali, e também a galera do trekking. Ali nós deixamos guardadas as mochilas desnecessárias para a escalada ao topo da pedra. Leve apenas água.

A subida para topo de uma das pedras só pode ser realizada com o acompanhamento de guias e uso de equipamento de segurança (cadeirinha de rapel + mosquetão).
Como todas as cadeirinhas estavam em uso por outros turistas, aproveitamos para descansar um pouco até a volta de algum grupo com os equipamentos.


Depois de um tempo, nosso guia resolveu nos levar até o mirante, local limite para chegar sem equipamentos e aguardar a turma descer. Aparentemente, ele tentou contato com a guia que estava lá em cima, pra agilizar, mas ela estava com o rádio desligado (mancada hein).





Conforme o outro grupo descia, já nos passava o equipamento de segurança. Por fim, depois de todos equipados, iniciamos a escalaminhada. O caminho não é difícil, porém é perigoso.


Lá no topo, temos uma visão 360 graus da região, e um ponto de fotos fantástico, onde parece que vamos nos jogar de costas no penhasco.


Não tem muito espaço lá em cima, então é preciso cuidado para se deslocar. Após as fotos de todos do grupo, descemos pela mesma via de subida, e depois caminhamos até a base.
Ali fizemos mais uma pausa para recuperarmos o fôlego, reagrupar a galera e iniciarmos a caminhada de volta. Apenas 4 pessoas optaram por voltar via transfer.
Voltando para a Pedra do Índio
O trekking da volta foi um pouco mais rápido pois estávamos com dois guias, sendo o segundo para “fechar a trilha”.
Fizemos apenas uma pausa no caminho, para uso do banheiro. Apesar do cansaço, chegamos rápido naquela mangueira que foi nossa primeira pausa pela manhã.

Restava apenas a subida pela mata, e essa foi bem difícil. As pernas já estavam pesadas, e pra ajudar o joelho começou a incomodar. Aquela dor adquirida em Atibaia/SP, porém bem menos intensa.
Exaustos, chegamos ao restaurante da Pedra do Índio as 16h15.

Pedimos um lanche natural e um suco para repor as energias, e depois fomos direto ao hotel, chegando lá 17h20.
A ideia era tomar um banho, descansar e sair para comer por volta das 20h, mas não tivemos forças hahaha. Comemos umas bobeirinhas no quarto mesmo de “capotamos”.
Dicas:
- Leve lanche de trilha reforçado. O kit disponibilizado pela agência é um suco, uma fruta e uma barra de cereal.
- Leve também bastante água.
- Para ver o nascer do Sol, apesar do comunicado da agência de que nossa entrada no parque estaria liberada às 5h, consulte na previsão do tempo o horário estimado do alvorecer, para não ter que pular da cama tão cedo.
- Enquanto aguardávamos o nascer do Sol, fazia um friozinho gostoso. Leve seu agasalho.
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